segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A cultura e tradição da Alta Costura

Acho que já deu para vocês perceberem o quão apaixonada por semanas de moda eu sou. Amo e acompanho todas! Com as semanas de moda, além de conseguirmos ter uma ideia do que vem de tendência por ai, nos inspiramos com todos os desfiles e seus encantos. Porém, mais inspirador do que as semanas de moda ready to wear, só as de Haute Couture!
 

Com toda essa modernidade e vida corrida dos centros urbanos, as roupas das lojas fast fashion podem custar até mesmo 4 dólares, como as regatas da Forever 21, por exemplo. As pessoas optam por comprar nessas lojas, principalmente em tempos de crise... Essas lojas facilitaram a aquisição de peças-desejo e aceleraram o seu processo de compra. Enquanto isso, o high fashion luta por espaço para mostrar o seu real valor para o mundo.
Mas muita gente não sabe que o setor mais exclusivo (e caro) do mundo da moda tem clientes altamente selecionados. Estima-se que apenas 4 mil mulheres no mundo têm acesso à peças da alta costura, que refere-se à criação de modelos exclusivos com características artesanais. Apresentando, frequentemente, bordados com pedrarias e metais preciosos que são vendidos por preços muito altos.
O que mais me deixa triste é ver críticas à esse universo, que significa e representa muito mais do que exclusividade e luxo. Todas a peças são de alta qualidade e feitas à mão. Existe um processo longo para “construir” as peças da alta costura. Na França moderna, haute couture tornou-se uma denominação que só pode ser usada por empresas que respeitam determinados padrões bem definidos. Sim, nada é simples quanto à isso: regras devem ser seguidas para que essas grifes conceituadas possam produzir o que chamamos de Haute Couture. Essas regras são exigidas por uma associação francesa de Alta Costura, que determina quem faz ou não alta costura, analisando os integrantes do grupo anualmente.
Sabendo o quão difícil é para uma Maison fazer parte desse grupo, eu admiro cada grife que faz –ou não parte dele. As técnicas antigas dessas grifes me encantam a cada coleção, me deixando mais apaixonada por elas e mais ainda por moda e tudo o que significa. As redes sociais impulsionaram a moda HC para o “mundo real” e fazem dela cada vez mais um meio sem fim de inspiração.

Versace
Dior

Maison Margiela
Elie Saab
Chanel
Valentino
Giambattista Valli

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Mary-Kate e Ashley Olsen: ícones da moda

Acho que quem é da minha idade e cresceu assistindo filmes com frequência sabe, com certeza, quem são as gêmeas Olsen. As estilistas e empresárias norte-americanas são conhecidas pelos trabalhos que faziam ainda quando crianças e por serem atuais ícones da moda.
As duas foram morar em Nova York com apenas 18 anos, fizeram faculdade e se aventuraram no mundo da moda. Atualmente, aos 29, as duas são estilistas muito bem conceituadas. Essa dupla, além de tudo, arrasa por ai com seus looks inspiradores e únicos... Amo!!
Os tons mais claros foram deixados na infância, já que normalmente elas escolhem produções com cores mais escuras ou neutras. Ambas amam peças oversized, jeans destroyed e o estilo boho chic, mas são adeptas também aos looks minimalistas, de alfaiataria e com peças simétricas e alinhadas.


Mary-Kate e Ashley investem pesado em acessórios... Sempre aparecem com lindas bolsas e modelos diferentes de óculos de sol, variando bem os estilos das peças. Amam também lenços e bandanas, além de usarem muitos anéis, colares compridos e pulseiras.
As fashionistas por trás da The Row são a tradução do conceito Trend Setter. Elas costumam ignorar os padrões ditados pela moda e lançam suas próprias tendências, com muita classe e criatividade!
Há algo de diferente no modo de vestir das duas que me encanta... Elas fazem combinações inusitadas, misturam peças de estilos diferentes e conseguem um resultado único. É possível ver como a dupla mudou com o tempo e notar, ainda, que mesmo estando quase sempre juntinhas as duas tem muita personalidade.


E no dia a dia...

E ai, o que acharam??